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frase
Lembra quantas vezes você já chorou por ser pré-julgado e pré-definido pela sociedade? Lembra quantas vezes você decidiu que não ia mais se importar mas continuou se importando? Ei, você! É, você mesmo que tá perdendo o seu tempo lendo mais uma postagem minha. Pare de se importar, a sociedade não merece suas lágrimas, o mundo não merece seu sofrimento,
eu aceitei os termos sem ler que apareceu no tumblr e agora tem uma criança africana me chamando de mãe
2904 hace 2 meses

#Instagram #boy

0 hace 3 meses

Tears don’t mean you’re losingRUMOUR HAS IT turned 2 today! ^^ Ebbba 

0 hace 6 meses
Segredos matam as pessoas.”
The Walking Dead.  (via telegrafos)
61320 hace 6 meses
princess-the-mommy asked: Romeu

romeuemcrise:

Nota: 8
Comentário: Não me identifiquei com o theme :c {rebloguei}

REBLOGUE AQUI, E MANDE ROMEU NA ASK, IREI AVALIAR E REBLOGAR UMA AUTORIA SUA. 

1 hace 6 meses
Eu achei que era amor. Achei que era amor quando eu te vi pela primeira vez, e quando nós conversamos. Eu achei que era amor quando eu rimos até chorar e quando nos beijamos pela primeira vez. Não sei, eu só achei que era muito além do que paixão. Achei que era algo que não poderia carregar sozinha no peito, e por isso dividi com você. E com o mundo. Achei que era amor quando você passou minutos olhando pra mim, e foi tão especial que fez parecer horas. Achei que era amor por gostar tanto do tom da sua voz ou por achar aquela sua mania de dormir com os pés descobertos, engraçadinha. Eu achei que era amor porque te conhecia bem, sabia o quanto você adorava café puro e que tinha problemas com seu pai. Sabia que você tinha uma pintinha na perna esquerda, da qual você odiava porque “era grande demais”, e também sabia o quanto você tinha medo de ficar preso num elevador. Principalmente se você estivesse com dor de barriga. Também conhecia seu lado sensível, o modo como você analisava as fotos da sua infância e como dizia sentir falta daquilo. Achei que era amor porque parecia que era real. Principalmente por você conversar olhando diretamente nos meus olhos, como se me decifrasse sem esforços ou que poderia me pegar quando eu estivesse mentindo. E eu ficava constrangida, mas nunca tive vergonha de você. Medo de ser quem realmente era, de rir alto ou contar piadas sem graça. Eu me sentia confortável e relaxada ao seu lado, não me importava se você iria achar meu jeito agressivo ou exagerado demais, se você iria reparar nas minhas gordurinhas ou que meus dedinhos do pé eram feios. Eu achei que era amor porque ao seu lado tudo parecia natural. Achei que era amor porque aprendi a gostar das mesmas coisas que você, como da vez em que você me fez comer pipoca com chocolate derretido, porque “não havia nada melhor do que doce com salgado”, ou como eu passei a ser apaixonada por The Maine depois que te ouvi cantar “Inside of you” no banho. E também por ler aqueles malditos livros do Percy Jackson só porque você dizia ser os melhores do mundo e pela maneira que você criticava o filme “tão mau feito e mau elaborado”. Sabe, eu achei que era amor entre a gente. Porque se não era, que tipo de sentimento tão grande é o amor? Para ser maior do que eu sentia. Do que parecia me consumir dias e noites e me atormentar durante madrugadas, sonhos e provas. Que tipo de monstro era o amor, pra ser tão poderoso e cruel, a ponto de parecer ser coisas que realmente não são? Eu não sei. Mas na época, eu jurava que era amor, quando ficava louca com suas covinhas nas bochechas e no finalzinho das costas, quando meu coração disparava ao te ver se aproximando e quando sua boca parecia extremamente convidativa. Eu achei que você era o homem da minha vida, porque você tinha um controle incrível sobre mim. E eu nem conseguia me imaginar com outros homens, quer dizer, tirando o vizinho e o John O’callaghan, você parecia ser o único que teria meu coração durante todos os dias da minha vida. Pra sempre. Achei que era amor porque eu nunca tinha sentido o amor e se quer saber, eu não sei se já senti antes ou se um dia vou sentir. Porque sinceramente, eu acho que nunca saberei se realmente é amor. E eu achei que era amor, eu tinha certeza de que você seria o pai dos meus filhos e quem eu atormentaria com minhas crises existências até o resto dos meus dias. Só que não era amor. E eu descobri isso quando parei de sentir saudades das suas toalhas molhadas em cima da cama, do cheirinho do seu café, das ligações exageradas da sua mãe, dos filmes sem sentido que você alugava, do seu cheiro no travesseiro e do seu beijo com gostinho de hortelã. Eu descobri que não era amor quando só passei a sentir falta de como nós éramos bom um pro outro e da maneira que você piscava várias vezes após acordar e do seu jeito estranho de se espreguiçar. Eu descobri que não era amor quando vi você beijando outra garota na sua cafeteria favorita e não senti ciúmes, raiva, dores no peito ou vontade de matá-los, simplesmente não senti nada. Eu descobri que não era amor porque mesmo não sabendo como é realmente amar, sei que se for mesmo amor, a gente não esquece depois de alguns meses ou não sente mais nada quando vê o outro alguém seguindo em frente. Descobri que não era amor porque quando a gente ama de verdade uma pessoa, não podemos deixá-la simplesmente ir embora, sem pirar, repudiar ou lutar por ela. E acredite, não é amor se você adora as lembranças mas não sente vontade de revivê-las.”
"Então, que diabos é o amor?" Gabriela Machado.   (via romeuemcrise)
918 hace 6 meses
A gente briga, a gente se ama, a gente vai e a gente volta. A gente é da gente e da gente ninguém tira.”
PS. Eu te amo.  (via romantizar)
55035 hace 7 meses
De tempos em tempos, bate aquela carência. E mesmo sem nenhum álcool que seja no corpo, me pego olhando pro celular, pensando na saudade que me dá, coloco teu número e digito: “vem cá”.”
Allax Garcia.  (via desabafos-meu)
12452 hace 7 meses
Já repetiu quantas vezes aquela cena na sua cabeça?
24421 hace 7 meses
0 hace 8 meses